25/11/2007

"As palavras que nunca te direi"


Domingo à tarde, estou sozinha em casa, todavia hoje não me sinto só. Hoje a solidão é minha amiga, não inimiga.
Num zapping pelos canais da televisão deparei-me com o filme supracitado no título deste post, “As palavras que nunca te direi”, e como é evidente, não voltei a mudar de canal.
Em momento algum, o filme substitui o livro, é inequivocamente mais cativante, mas a essência é idêntica.
Não fosse esse, “O” livro, que despoletou a minha paixão platónica por todos os livros que se seguiram do Nicolas Sparks; que me fez apreciar os meus dozes romances, todos lidos do início ao fim, sempre na expectativa da página seguinte, do final.
À excepção do último romance lançado, ainda estou nos agradecimentos, mas penso que hoje vou começar a desbravar a história, irei dar assas à imaginação e “irei para fora cá dentro”. Já anseio colher todas as palavras, alimentar a minha alma, por conseguinte o meu corpo, a minha vida…
Claro que, os livros são como os filhos, temos sempre um ou os preferidos, pelo menos é o que oiço dizer. Assim sendo, os insubstituíveis são, “O diário da nossa paixão”, “O Sorriso das Estrelas”, “Uma Promessa Para Toda a Vida”, “A Alquimia do Amor”, “Laços que Perduram”, e claro “As palavras que nunca te direi”.
Foi no desenrolar destes, que mais lacrimejei, funguei e choraminguei… Não fosse eu própria…
Pactuei com o sofrimento, com as alegrias, com o amor de todas as personagens…
Será uma fraqueza, um ponto fraco, mostrar a minha fragilidade?
Quero acreditar que, aquelas histórias não são meras histórias, e que poderiam acontecer na realidade, pelo menos excertos delas, tenho a certeza que acontece!

Amor..
Amor….
Amor…….
Amor………
Amor………..
Amor………….
Todos o procuram mas, muito poucos o encontram…

2 comentários:

Tozé Franco disse...

Ora aí está um filme que voltei a ver pela 2ª ou 3ª vez.
Gosto do filme mas penso que o livro é mehor (como quase sempre acontece).

Jsilvio disse...

Gostei do filme...

O livro nunca li...

Bjs