19/06/2007

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Acabas perpetuamente por me encontrar,
Minha vigilante cativa,
Imponente e altiva;
Gritas… Oiço mas não quero escutar,
Acordaste do teu sono e queres-me… Deixa-me!

Sozinha entre anjos e demónios,
Oiço os teus murmúrios.
Liberta-me, não sou tua… Serei?
Idílica, desejas-me fervorosamente,
Despida de todos os meus medos,
Anseias por esse dia,
Omnipotente, serás minha eternamente.

7 comentários:

Claudia disse...

O título está no texto...

Anónimo disse...

Plágio é crime...

Espectador assíduo

Claudia disse...

Plágio de quê?
Enfim.....

Anónimo disse...

Se é plágio gostava de saber quem é o autor... conhecendo quem escreve este blog não acredito que assim seja, de qualquer maneira este poema, na forma como foi utilizado nunca poderia ser considerado plago... a autora do blog não o assinou como seu(?)

filipe

Anónimo disse...

Este poema lembra-me um outro que em tempos li aqui, só não sei se tem o mesmo sentido... Minha Amiga Solidão... Explica lá...

Filipe

Claudia disse...

Plágio só se for da imagem... Ainda não descobri os meus dotes de artista plástica! lol
Sim, este texto vai na linha de um que escrevi há algum tempo, "Minha Amiga Solidão".
COM um pouco mais de atenção podem ver que a Primeira Letra de cada frase forma uma conjunto de duas palavras:
AMIGA SOLIDÃO.

Claudia disse...

E Pkenino este texto não foi escrito, nem de longe, com o sentimento com que escrevi o outro....
Foi apenas a inspiração da hora, até porque a solidão está sempre presente na nossa vida, nem que seja por breves instantes!